Editorial | A noite em que o Ocidente acordou: Trump, Irã e a retomada da autoridade americana.
. Por décadas, o Ocidente se ajoelhou diante de tiranos em nome da diplomacia. Na madrugada de 22 de junho de 2025, Donald J. Trump, o presidente que não teme agir, lembrou ao mundo que a paz não se constrói com apelos — mas com força, precisão e coragem moral. O som da noite iraniana foi rasgado por bombardeiros B-2 e mísseis Tomahawk. Três dos principais sítios nucleares da República Islâmica do Irã — Fordow, Natanz e Isfahan — foram destruídos com precisão cirúrgica. Não houve fanfarras. Não houve prévio aviso. Houve apenas a manifestação clara do que os EUA foram, são e ainda podem ser: a última linha de contenção contra regimes totalitários que desafiam as regras da civilização. O preço do silêncio Por muito tempo, líderes ocidentais entregaram o futuro do Oriente Médio à ilusão de que o Irã pudesse ser persuadido com diplomacia. O resultado? Um país que alimenta o terrorismo no Líbano, no Iêmen, na Faixa de Gaza e na Síria. Um regime que, sob o manto da teocracia, persegue mulher...